"Vou tocar uma canção que compus para ele quando morreu. Uma música de coração. Além, claro, de muitos sucessos dos Beatles", declarou McCartney, que se apresenta dia 7 de novembro em Porto Alegre e 21 e 22 em São Paulo.
Bem-humorado, Paul disse que os brasileiros gostam de música tanto quanto ele e que essa é uma combinação perfeita. Na última vez em que veio ao Brasil, há dezessete anos, ele reuniu 185 mil pessoas.
Como não poderia deixar de ser, o jornalista Zeca Camargo falou sobre os 70 anos de John Lennon, comemorados recentemente. Paul disse que, ao invés de participar das várias homenagens ao amigo para as quais foi convidado, preferiu celebrar de maneira mais discreta.
"Cheguei em casa, tomei um drink sozinho e pensei bastante nele", contou.
Questionado sobre o pique de menino, Paul, 68 anos, garantiu que aguenta firme quase três horas no palco por amar o que faz e estar acostumado com a maratona: "As pessoas se impressionam com isso e pelo fato de não parar nem para beber água. Mas esse é o meu papel: eu canto, divirto as pessoas e só então me recomponho".

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